As gratas surpresas do Cerâmica Futebol Clube, fundado em 13 de maio de 1925 que em todas as modalidades que participou deixou um legado forte nos 92 anos que já foram armazenados no futebol

Glórias imorredouras que merecem ser lembradas com muito carinho, nostalgia pintando no Cantinho do Zezé

Hoje abrindo as folhas amareladas pelo tempo, rendemos tributo a equipe de Veteranos do Cerâmica São Caetano, cuja história marca indelevelmente, os exemplos deixados pelos atletas que passaram por suas fileiras, ilustrando nossa matéria esportiva e desafiando o tempo, para sua identificação a era dos famosos gorrinhos. Fazem parte do grupo os saudosos Francisco Massei e Oswaldo Samuel Massei, um dos primeiros prefeitos de São Caetano do Sul naquela oportunidade defendendo a meta do Cerâmica em amistoso frente ao co-irmão Sociedade Esportiva Palmeiras em partida realizada no Estádio da General Motors do Brasil, nos bons tempos da LESCS cuja fundação foi em 1949.

Duas conceituadas empresas de São Caetano do Sul, Cerâmica São Caetano que durante meio século recebeu os dignos trabalhadores e General Motors do Brasil que participa das histórias com muita dignidade e trabalho.

“Como sempre enfatizamos, é gratificante lembrar de quem no mundo do futebol e fabril enobrecem os 140 anos de nossa querida São Caetano do Sul.”

Essa foi a maneira que o Cantinho do Zezé 63 anos de tradição se orgulha em homenageá-los. Arquivos da nostalgia.

União Inter Amigos “31 anos de muita amizade no futebol amador” continua quebrando novos recordes nas 1.158 partidas do futebol de campo, liderando o ranking dos clubes do Bairro São José, 6.659 gols marcados com muito amor e dedicação total de seus astros

Sábado último no jogo de número 341 no Estádio Distrital do Bairro Fundação a avant premiere do goleiro Marquinhos, com recorde imbatível nas apresentações do futebol das categorias de base, diga-se de passagem, uma verdadeira lição de vida, já que suas atuações superam a marca de mais de 14.000 presenças na arte do futsal, na procura de novos talentos por São Caetano do Sul.

Nas quatro linhas demarcatórias a vitória sorriu desta feita para a equipe vermelha e branca por 3×1, Naldo, Alexandre SP e Alexandre os autores dos gols, já que coube ao folclórico Ratinho descontar para os vencidos.

Vermelha/branca formou com João Gomes, Sergio (Aleandro), Tito Leonardo, Zelão, Tchotcha, Joaquim, Marco, Alexandre SP, Augusto, Naldo, Luis Carlos (Zé Eduardo).

Com essa formação a equipe verde amarela com muita garra, valorizou o triunfo oponente. Marquinhos, Gallo, Marcão, Nardinho, Tom (Jair), Helio (Tom), Alexandre, Edvan, Mi, Nena, Ratinho. O árbitro da partida, como sempre com atuação digna dos maiores encômios foi o popular Luiz Carlos, carinhosamente apelidado de poerinha. Parabéns aos astros do futebol show, colaborou Helio. S. Salgado.

Firmes, fortes, pujantes e vibrantes continuamos nas asas da emoção enobrecendo o esporte em São Caetano do Sul, como exemplos valem muito mais do que palavras, lembramo-nos dos nossos amigos que são o sustentáculo do ressarcimento dos verdadeiros valores de nossas vidas.

“A força da mensagem” também faz parte das glórias obtidas no esporte. O verdadeiro campeão é aquele que divide seus triunfos com os anônimos que lhe dão suporte nas conquistas. Pensem nisso!!!

“O leitor solicita… o Cantinho do Zezé põe nas vibrantes páginas do Jornal Imprensa ABC” a campanha do São José no longínquo 1.957 quando a equipe canarinha desfilava seu futebol no chamado campo da prefeitura

No balanço dos números da equipe principal, para satisfazer o pedido, eis na íntegra a campanha: 52 jogos, 19 vitórias, 15 empates, 18 derrotas, 69 gols pró, 64 sofridos, saldo de cinco gols.

Goleiros vazados Pedro 41 gols em 35 jogos, João Lopes 22 gols em 16 jogos, Piero 1 gol em uma partida. Menções honrosas para os atletas José Henrique Marques (Cheche), 47 jogos, João Cabral 46 jogos, Antonio Mathias de Souza 42 jogos. Naquele ano o avante Jair Domingues sagrou-se artilheiro com 26 gols.

O chamado Expressinho nos 52 jogos teve 25 vitórias, 10 empates, 17 derrotas, 75 gols marcados, 73 sofridos, saldo de dois gols.

Artilheiros naquele ano: Antonio Sarcedo 16 gols, José Pires Maia, aquele inventor da tradicional manivela fez 13 gols, e o saudoso Natale Cavalheiro o primeiro presidente do São José FC fez 9.

Em 1957 na direção dos destinos do recém criado São José Futebol Clube eis a formação da diretoria: Natale Cavalheiro (Presidente), vice-presidente Francisco Baptista de Oliveira, primeiro secretário Benedito Colla Filho, segundo secretário João Pedro Lopes, primeiro tesoureiro Luiz Dalla Justino, segundo tesoureiro Dorival Pereira Marques, representantes Sebastião Fabrício, José Cerdeira, diretores de esporte João Cabral e Josué Pereira Marques, presidente de honra José Cavalheiro.

Como sempre acontecia em todo final de temporada eis a seleção anual. João Lopes (10), Bagunça (10), Alcindo Menozze (10), Fernandes (10), Cinco Bola (10), Cheche (10), Sales (08), Natale (10), Cunhado (08), Esquerdinha (10).

“Como a notícia de ontem é a história do amanhã” segundo enfatizam Cantinho do Zezé/Jornal Imprensa ABC esperamos ter agradado o simpático leitor que num lampejo de muito carinho, renasceu um pedacinho da história nos bons tempos do futebol amador.

O ícone esportivo Luiz Laurindo Marcelino, responsável por uma era dourada do São José Futebol Clube, foi um dos grandes artífices dessa memorável campanha. Nota da redação: a sede social do São José F.C. foi em dezembro de 1964, em 1973 deu-se a fusão dos clubes que originaram o CERV São José, Estádio Distrital Natale Cavalheiro.

José Pires Maia "Zezé" é o articulista desta coluna que traz o melhor do futebol nostalgia, contando histórias dos mais diversos clubes que abrangem a região.

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